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riscos_e_rabiscos

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Do meu fim de semana prolongado.

Adoçámos a boca...
matei saudades e dei muitos miminhos à minha "ovelhinha"... digam lá que não ficou lindo depois da operação? ♥
Pintei as unhas ao fresco da varanda... hummm... que bom!
Vingámo-nos numas deliciosas Miga com Entrecosto feitas por mim... em seguida entrámos em dieta!
Descobri que não é só na primavera que há borboletas. Em agosto também há... :)
Ainda houve tempo para muita risota e brincadeira! Foi até ficar de língua de fora!
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Estou intrigada...

 

Fui visitar alguns blogs que costumo ler porque lhes acho graça e deparei-me com alguns privatizados! Assim, de repente, sem aviso prévio. Claro que cada um faz o que quer no seu cantinho, só achei estranha a coincidência de serem vários...

 

Passou-se alguma coisa e eu não sei?!?! Vocês por favor avisem-me, olhem que eu sou uma despassarada e muitas coisas passam-me ao lado!

Oh sorte...!

É karma, praga ou qualquer outra coisa do género! E tinha que ser logo hoje que recebi uma notícia maravilhosa de uma amiga, que até senti uma espécie de remorso quando a minha pior turma que ia na rua em direcção à escola, me viu no autocarro e me fez uma grande festa.

 

Fui dar aulas à minha turma numerosa mas sossegada, interessada, inteligente e participativa. Estava eu já a começar a aula mesmo quendo entra a auxiliar a dizer que me vinha dar uma má notícia. Tinha faltado uma rofessora e eu teria que acolher alguns miúdos de outra turma. agora adivinhem lá de que turma... Exactamente: da minha pior turma!!!! E não foi dois ou três, foram OITO! Posso dizer que a sala ficou a abarrotar e ainda tive que ir buscar uma cadeira a outra sala.

 

Levei a aula toda a mandar calar e a zangar-me, coisa que não se passa com a turma da terça-feira. Na verdade, a energia negativa da turma da segunda-feira é de tal forma intensa que a outra turma que são uns amores, ficaram irreconhecíveis. Uma coisa inexplicável. Passaram de bestiais a bestas. A sério. Eu nem estava a acreditar no que estava a acontecer, pela primeira vez na vida pedi a caderneta do aluno aos miúdos da terça-feira. 

 

Os professores estão cansados, a insolência e indisciplina daqueles miúdos está no auge e, por isso desconfio que na última aula que é já na próxima segunda-feira, vou entregar testes e depois venho com eles para o pátio. É capaz de não ser tão horrível como estar dentro da sala. É um caso a pensar...

Sentimentos Negativos.

Ainda acerca do meu último post, um desabafo.

 

Como fiquei a saber que a tal pessoa iria participar num evento público, mandei-lhe uma mensagem a perguntar se estava tudo a correr bem e a desejar boa sorte e tudo de bom. É um procedimento que costumo ter para com essa pessoa. O que é certo é que nem recebi uma mensagem de volta, um comentário ou mail em jeito de resposta.

 

Não sou uma pessoa de rancores, ressentimentos ou "raivinhas". Este tipo de sentimentos não fazem parte da minha pessoa, do meu carácter. Mesmo quando alguém me faz muito mal ou me magoa, rapidamente mando tudo para trás das costas e sigo em frente. Não guardo sentimentos negativos em relação a ninguém.

 

Fico com pena que a tal pessoa esteja a ter este tipo de atitude em relação a mim pois parece-me que quem agiu mal não fui eu. Estarei errada?

 

Já disse que hoje é segunda-feira e que eu a detesto e que não quero sair de casa? :P


Olá Primavera, olá Felicidade!

"Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons."

Carlos Drummond de Andrade


Hoje começa a visita da nossa prima Vera. Esperemos que seja solarenga, quentinha, linda e com poucos pólens pelos ares para que a minha rinite fique caladinha e sugadinha!

 

E um passarinho também me contou que hoje é o Dia da Felicidade! Então vamos lá ser felizes, colocar um sorriso no rosto e mandar as chatices para o espaço. Ser Feliz sim, hoje e sempre!

 

Estou indignadíssima!!!

Então não é que o anormal do administrador do prédio da minha mãe teve o desplante de vir tocar à porta dizer que lhe tinham feito queixa de que aqui cheirava a cão?!?!

 

Obviamente que tem que cheirar a cão, mora aqui um!!! Mas eu sei quem fez queixa... foi a cabra da gaja que lava aqui a escada que está sempre a dizer mal de tudo. E o cão não a grama e sempre que ela está a lavar a escada ele põe-se alerta e assim que ela toca na porta, ladra-lhe.

 

Que pena não ter sido eu a abrir a porta. Foi a minha mãe quem lá foi e eu não me apercebi da conversa, senão tinha lá ido discutir, levava uma corrida que se faz favor! Ter a lata de vir aqui INCOMODAR-NOS de propósito por causa disto? Fokas! É preciso ter meio metro de altura e dois de estupidez, como é o caso do administrador. Cheira-lhe a cão e não lhe cheira aos gatos que as minhas vizinhas têm, que por acaso são mais de dois?

 

Caso não saiba, da porta da rua para dentro ninguém tem nada a ver com o que se passa aqui, chama-se a isso domínio privado. Desde que não viole a lei, ninguém tem nada a ver com isso. Estou possessa!!! Com um nó enorme no estomago dos nervos com que estou!

 

P.S. - Esqueci-me de dizer duas coisas: 1º as janelas estão todas abertas dia e noite; 2º o anormal ainda deixou uma "ameaça" à minha mãe: "veja lá isso..."

Ajudar os outros...

AGRADEÇO QUE DEPOIS DE LEREM ESTE POST ACERCA DE SITUAÇÕES PASSADAS HÁ IMENSO TEMPO, NÃO ME DEIXEM COMENTÁRIOS A PEDIR DINHEIRO. TRABALHO A RECIBOS VERDES E GANHO 150 EUROS POR MÊS. PRECISO DE DIZER MAIS ALGUMA COISA?

Todos nós em determinadas alturas da nossa vida precisamos (precisámos ou vamos precisar) da ajuda de alguém. Seja de que maneira for, é uma verdade. Uma ajuda maior ou mais pequena mas haverá sempre alguém que nos irá dar a mão.

 

Quando eu era miuda, tinha uma amiga cujo agregado familiar era grande e era só o pai a trabalhar para dar de comer áquela gente toda. A minha mãe tinha muita pena das miúdas (eram quatro de idades diferentes) e estava sempre a dizer-lhe para almoçarem aqui comigo. Um dia uma, outro dia outra e assim lá lhes ia matando a fome. Havia uma que adorava a feijoada da minha mãe e sempre que a minha mãe fazia, ela vinha sempre cá almoçar, não falhava. E quem diz comida, dia muitas outras coisas. A minha mãe sempre teve este enorme coração, sempre gostou de ajudar os outros (muitas vezes em detrimento de si própria) de fazer o bem sem olhar a quem.

 

Todas nós crescemos e seguimos com as nossas vidas. Duas delas conseguiram casar com maridos ricos e a nível monetário estão muito bem na vida. As outras duas digamos que estão bem melhor do que eu. Têm vidas organizadas e desafogadas monetariamente. O único probelma que lhes é comum é a "Memória Curta". Quando vinham visitar os pais, eram incapazes de tocar à porta ou chamar à janela para dizer olá ou saber como nós estávamos.

 

Passados uns anos, uma amiga minha viu-se em apuros e eu dei-lhe a mão. Ela era uma brasileira casada com um português. No Brasil, tinham uma boa vida, eram donos de um restaurante-bar e tinham uma vida organizada. Um dia a tragédia bateu-lhes à porta: um incêndio consumiu-lhes a casa onde tinham a casa e o restaurante. Ficaram sem nada, com um bebé de poucos meses nos braçoes e pão com manteiga e café que os vizinhos lhe davam para comer. Com a ajuda da família, vieram para cá. 

 

Como a família já os tinha ajudado muito, vieram falar comigo. Precisavam de dinheiro para comprar alguma mobília para a casa que tinham alugado para deixarem a casa da família onde estavam a viver. Na altura, eu tinha um bom ordenado e não tinha responsabilidades, e pude emprestar.lhes o dinheiro. Ajudei-os muito de outras formas: roupa e comida para o bebé e para ela e muitas outras pequenas coisas. Depois de contas acertadas e como agradecimento pela ajuda e amizade, fui madrinha do seu segundo filho.

 

Até que esta amiga começou a mostrar um comportamento bipolar. Começou a fazer comentários desagradáveis e ofensivos contra a minha pessoa, a cobrar certas e determinadas coisas que ela "achava" que eu devia pensar e fazer. Eu que sempre fui meio rebelde quanto áquilo que os outros acham que eu devo pensar e fazer, que sou muito sensível com as injustiças e não me achando merecedora de tais atitudes, calei-me e afastei-me. A consequência? Perdi o contacto com o meu afilhado. Lamento-o profundamente mas se o pai quisesse que houvesse contacto trazia-o aqui a casa uma vez que estão sempre a visitar a irmã que mora na rua de baixo e, ao longo destes anos, foi incapaz de me vir mostrar o menino. e o erro não foi meu, foi dela, e o marido sabe disso.

 

Em suma, as acções ficam para quem as pratica, assim como o peso na consciência. Não desejo mal a ninguém, mesmo até a quem me fez já muito mal. Eu sempre fiz o que achei que devia fazer, sem cobrar e nem esperar nada em troca. Esta sou eu, a Pepper que vocês conhecem...